11 maio, 2015


Há sonhos que valem a pena a gente sonhar, já outros são bons de realizar. São dois tipos bem distintos e pertencem a mundos muito diferentes, como se fossem Universos Paralelos onde somente por uma janela mágica podem se comunicar.

E os sonhos que já estão no real começam a chamar por aqueles que outrora foram deixados lá do outro lado daquela janelinha, no mundo de sonhar. Mas, eles estão bons para serem realizados! Pois são nítidos, brilhantes, tridimensionais e mexem-se. Certo, entre eles há alguns que ainda não estão prontos, pois têm apenas duas dimensões e são como o rascunho de lápis em papel.

E os sonhos que são de realizar vêm passando para o lado de cá do Universo do Agora, um de cada vez.
E quando cá chegam, as dimensões já não são três.
São quatro.
Existe agora uma quarta dimensão: o tempo, encarregado de manifestar na real-idade todos os sonhos que atingem a maturidade.

Assim, os olhos saltam alegres ao ver cada sonho manifesto a dançar, tão vivo! Tão ativo!  Como se fossem flores coloridas alegrando o jardim das borboletas a voar!!!


08 maio, 2015

Cale-se



- Cala-te até a morte,
morde a língua da tua sorte.
Não sejas má, mas forte,
e jamais mal te portes.

Por isso, enterra esse teu porte!
Aceita este cale-se de morte!
Comporta-te! Sê forte!
Não é uma escolha a tua sorte!

 - Ah, se eu pudesse morrer é que era uma sorte!
Pois de nada vale ser forte
se eu fizer sufocar o meu porte
com esse "porte-se" que me leva à morte...

Já não é certo que vou à morte
não importando de que maneira eu me porte?
E, se na vida mais vale ser forte
que eu o seja para assumir a minha sorte:

Sorte que eu porte este meu forte
antes que chegue a verdadeira morte!

07 maio, 2015

Aleluia! Até que enfim!

Finalmente consegui aceder ao meu blog de novo! Contente por voltar :D

14 novembro, 2009

Poeta



Para mim o poeta é um fotógrafo da emoção.

Ele toma o "shot",
descreve,
revela
e mete num "frame"
aquilo que tem "no name".

01 novembro, 2009

Outono há um ano



Um desejo sublimado e ancorado emerge no meu peito.

E ancorado elege a ti,
que eregiu humano,
meu homem,
abafado em pano
para bordar.